Tarja Preta - Contra fritação mental

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Elemento #1 - Victória Bicudo; vulgo: Lambisgóia. Elemento #2 - Bárbara Starling; vulgo: Barbarella Lourdes. Elemento #3 - Marina Faé; vulgo: Marinerva.

:: Segunda-feira, Abril 28 ::

SOM, testando... um, dois, três. Beleza - O locutor dá uma bela escarrada da garganta e uma coçadinha no saco. E continua - Breves comentários do final de semana: preciso repensar na quantidade de drinks bebidos; o Lendas & Tribos é a peça de teatro mais maravilhosa que tive o prazer de ver pela 5a vez (a Lambisgóia rebolando é um show à parte), e... quem? Ah, claro. Maricota completou 20 anos de existência, e mamãe, 44. Hip hip HURRA!!!

Virando o disco...

Existem dois tipos de filme: o hollywoodiano cocô e o essencial.
Os conceitos de ambos? Bem... o hollywoodiano cocô é aquele em que milhões de dólares são gastos numa história sem conteúdo implícito, com filmagem totalmente padronizada (sempre a mesma fotografia, diálogo, cenário, figurino, tudo), roteiro imbecilizante e previsível (o mocinho sempre mata o bandido, ou os Estados Unidos salvam o mundo!), personagens-clichê, enfim... um rolo de 24 imagens por segundo produzido apenas pra vender, o próprio fast-food pro cérebro.
O essencial, ah; penso que o nome já diz tudo. É a essência da sétima arte, imagem e som sincronizados em busca da originalidade. É o rolo que te prende os olhos, inspira, surpreende e choca. Te toca de alguma maneira, cutuca os teus conceitos e provoca uma reflexão.
Eis a verdadeira função da arte. Tendemos a considerar natural o fato de que milhões de pessoas lêem livros, ouvem música, vão ao teatro e ao cinema. Por quê? Dizer que procuram distração, divertimento, relaxação, é não responder à pergunta. Por que motivo distrai, diverte e relaxa o mergulhar nos problemas e na vida dos outros, o identificar-se com uma música, com os personagens de um romance, de uma peça, de um filme? Por que reagimos à essas irrealidades como se elas fossem a realidade intensificada?
Uma possível resposta é que, dessa maneira, buscamos uma existência mais rica através de uma experiência sem riscos. Aí, uma nova pergunta dá as caras: Por que a nossa própria existência não nos basta? Por que esse desejo de completar a nossa vida incompleta através de outras figuras e formas? Por que, da penumbra do auditório, fixamos o nosso olhar admirado em um palco iluminado, onde acontece algo que é fictício e que tão completamente envolve a nossa atenção?
Porque a arte nos torna plenos. O âmago é curioso e faminto por natureza; tem a necessidade de absorver o mundo em todas as suas facetas e integrá-lo a si. Precisa unir na arte o seu eu limitado com a vida humana coletiva e tornar social a sua individualidade. O homem sente como potencialmente seu tudo aquilo que a humanidade é capaz. A arte é o meio indispensável para essa união do indivíduo com o todo; reflete a infinita capacidade humana para a associação e a circulação de experiências e idéias. É o caminho para a plenitude.

Voltando à Terra, tudo isso só pra contar de alguns filmes que considero essenciais. Por sinal, consultando as gavetas da psique e o que ainda resta da minha memória, esqueci vários. Barbaridade.
É. Não tem jeito. Fritei mesmo. Sá, olha o que vc faz comigo. Amanhã resgato e publico todos os títulos e diretores e tudo mais e tal. E Chega.


:: Cana 1:32:00 AM [+] :: Comments:

 

:: Sexta-feira, Abril 25 ::

Aquela paradinha do álcool lá em cima é o resultado de um teste que eu fiz, apertei algum botão e foi parar ali.

Fato é que sou uma perfeccionista da porra. À primeira vista, certamente não se nota. Quem repara nos pequenos detalhes, como o interior da minha nave ou as 5 bolsas que carrego pra cima e pra baixo, até pensa o contrário. Mas sou.
E olha que melhorei muito. Acho que já falei do transtorno obsessivo-compulsivo em último grau que eu tinha, há alguns anos atrás. Hoje até consigo conviver com um quadro torto na parede. Mas com um blog tosco e feio como esse, não. Já estou cuidando disso, vai ficar coisa fina.

Aliás, que palavra mais sugestiva essa, bllllóóóóóóóóggg. Parece uma coisa verde e mole, cheia de água, balançando no chão prestes a explodir.


:: Cana 5:32:00 PM [+] :: Comments:

 

"-...e, no dia que eu for embora dessa vida, quero mais é que todos os meus queridos bebam."
- Vovô!?
- É. Bebam! Bebam e brindem uma boa dose de suas bebidas preferidas à mim."


Meu véio Vasco saiu da vida do jeito mais belo e sublime. À medida que a terra ia cobrindo a superfície de madeira, o silêncio misturado ao choro agudo foi subitamente interrompido por uma harmoniosa melodia. Todos se entreolharam, de onde vinha aquilo? Era meu primo, que puxara uma gaita do bolso e tocou uma música improvisada no momento. Foi perfeito. Foi especial. O nome do músico? Vasco também, oras. Ganhou o nome e os olhos tão azuis quanto daquele que recebia a homenagem.
Pouco antes, enquanto as horas passavam e tudo ia acontecendo, a nostalgia borbulhava. Ria com meus primos e irmãos, lembrando da vida do boêmio. Aproveitou a vida literalmente adoidado. E ganhou. O cara foi um campeão. Desembarcou da Itália pro Rio Grande do Sul com mais 9 irmãos menores. Aprendeu com o pai a arte de fundir metais. O mesmo pai que, pouco tempo depois, saiu de casa pra ir na esquina comprar cigarros, subiu num navio pra Itália e nunca mais voltou. A mesma arte que fez dele um pioneiro. Construiu com as próprias mãos o que se tornaria a primeira indústria de reciclagem de metais do Brasil. Por conta disso, emigrou pra Santos. Ali, em pouco tempo, se tornaria presidente do grande Santos futebol clube. Logo, um dia, viu um neguinho jogando bola com destreza, gostou e contratou. O mesmo neguinho que, mais tarde, ficaria conhecido como Pelé. E assim foi o chefe da parada por dez anos. E assim é o eterno patriarca de uma família extensa e maravilhosamente louca.
Hoje entendi o real significado da palavra orgulho. Parabéns, vô.
Manda aquele abraço pra véia Victória. O encontro de vocês vai ser hilariante. Espera que, um dia, qualquer hora, chego aí também. Todos chegamos. To-dos. Aí?
Enquanto eu não descubro... aperto o play. O coração e a boa música seguem pulsando.



:: Cana 1:24:00 AM [+] :: Comments:

 

:: Quarta-feira, Abril 23 ::

Eu e Galilega sobrevivemos ao feriado em Cunha. Não só nós, outras dez figuras mais ou menos humanas aglomeradas em um chalé, isolados numa fazenda maravilhosa, de frente com uma lagoa onde desemboca uma grande cachoeira de duas quedas, não precisa de maiores comentários. Fizemos a nossa quermesse. Diversão à beça.
Aí, o retorno à cidade-bolha. Ter o desprazer de ver a cara nojenta do rio Tietê e três notas zero no boletim. Pra completar, uns revertérios estranhos, uns nós doloridos no estômago e umas enxaquecas numa parte do cérebro diferente da usual.
Ah, e claro. Acabei de saber, nesse minuto, que meu vovô foi pro céu.
Com licença, que vou ali ter um chilique e já volto.

:: Cana 6:37:00 PM [+] :: Comments:

 

:: Segunda-feira, Abril 14 ::

Definitivamente, o antônimo que mais me intriga é destino X acaso. Mas, nesse caso, nenhum deles parece capaz de explicar o acontecido na noite desse sábado, tamanha a veloz peculiaridade da coisa.
Saímos em bando do teatro. Estreou Lendas & Tribos; sem dúvida, o mais lindo espetáculo da Oficina (mais adiante, escrevo sobre). Fomos todos na balada da estréia, numa casa abandonada maravilhosa, ampla e clara, cheia de esculturas de pedra num jardim muito louco. Aí a festa começa a rolar. Aí, aquela vibe no ar, tudo no maior 'clima', como diria o Brown. Aí, chega o violão, e inevitavelmente rola o dueto entre minhas cordas de aço e as cordas vocais da Jú. Clássico. Aí, surge alguém correndo de algum lado, ofegante, pega o microfone e anuncia: 'galera, roubaram vários carros aí fora, tem vários alarmes gritando, é melhor vocês conferirem.' Só por desencargo de consciência, fui conferir a minha nave-mãe. Oras, iriam querer meu carrinho fuleiro?! Por que?! Oras, mas é claaaaaaro que sim. Porque dentro dele tinha rádio, CDs, casacos mil, cabos de guitarra, afinador, inúmeros narizes de palhaço e uma flauta 1972.
Mas o furto não é o tema essencial. Sobre isso, esperneei de raiva diante da porta estilhaçada por 15 minutos, chamei a polícia, os amigos, voltei pra dentro, abri uma cerveja e relaxei.
O essencial veio depois. Sendo a última a sair da festa, é elementar que toda aquela galera que também ficou e desencanou de suas respectivas caronas iria ter o prazer de andar de carro arrebentado comigo. Haviam 5 deles que se amontoaram ali dentro; entre eles, claaaaro, a Lambisgóia.
A nave-mãe viajava por entre as ruas desertas, risadas e os primeiros indícios da manhã em direção às casas dos passageiros, quando o rompimento do cabo do acelerador (provocado pelos bandidos) nos fez bro-char. Impossível descrever a expressão da galera vista do retrovisor, enquanto a velocidade ia caindo a cada metro, até a parada total.

Aí, em questão de outros 15 minutos: a galera empurrou a nave até uma rua perpendicular, juntamos grana, pagamos a nave-táxi do Dani até a casa dele, que pegou a nave da mãe e voltou. Embarcamos. E nesse curto espaço de tempo estávamos na mesma rua, indo na mesma direção. Em outra nave totalmente diferente, mas de cores iguais. A mesma placa, mas com as posições completamente invertidas das letras e números; exatamente como as mesmas pessoas. Quem estava amassado no cantinho direito, agora dirigia; quem estava no meio pulara pra frente e as duas ali da facção esquerda foram parar no outro extremo. As animadas caras de feliz deram lugar à cabeças dormentes penduradas pelo pescoço com babas escorrendo por entre ombros alheios. A noite encontrou o dia. Eu não encontrei nada. E a roubada acabou virando uma grande resgatada.

Acaso e destino, o caralho. REVÉS.



:: Cana 11:06:00 PM [+] :: Comments:

 

:: Sábado, Abril 12 ::

Não lembro quando, aprendi algo que deixou minha vida muito mais solta e menos complicada: quando algo está te incomodando, não importa o quê, livre-se do problema. Resolva de uma vez. Não importa se esse algo é um vínculo forte ou uma aporrinhação passageira; se isso te sufoca e suga a tua energia, elimine a parada.
Mas e quando o problema está bem aí, na tua frente, e simplesmente não há o que se possa fazer?
Agonia estática.
É mais ou menos o que acontece comigo agora. Uma situação louca e uma consequência insana. Uma amizade mal interpretada. Preconceito puro, santa ignorância! Como julgar uma pessoa sem conhecê-la?
Minha consciência está flutuando quanto às minhas opções e atitudes. Tenho plena consciência do quanto sou esclarecida, do quanto minha mente é livre e desapegada de padrões, e sou feliz por isso. Vivo as minhas convicções. Nesse sentido, não devo nada a niguém, logo nem me importo com a opnião alheia. Mas esse caso é diferente. Agi com honra e com a melhor das intenções pra ser desrespeitada. Estou me importando, e muito, com a opnião alheia, me distorcendo e me virando do avesso dessa maneira.
O que pega, mesmo, não sou eu. Estou aqui, sossegada, fazendo minhas coisas, progredindo nas minhas artes, livre.
O que pega é ver uma pessoa que eu realmente me importo sendo reprimida por pensamentos tão pífios. Sem argumento, sem razão de ser, sem ética, sem nada. Vazio. Oco.
Quero mais é que tudo se resolva logo. Confusão. Eca.

O que solta é ter a certeza de que uma parada chamada livre-arbítrio existe, e nada nem ninguém pode tirar isso de um âmago. O caminho a seguir, as opniões, as vocações, as amizades; só mesmo o dono do cérebro pode escolher. Não há como interferir nisso. A liberdade de escolha é vital e individual. Na hora certa, a gaiola se abre e o pássaro voa, sem limites.

Eis a eterna dialética humana: vivemos no mundo das sensações. Três vivas para a neurose. Silêncio. Fecham-se as cortinas. E agora? Isso não tava no script.

:: Cana 1:57:00 AM [+] :: Comments:

 

:: Sexta-feira, Abril 11 ::

É NÓIS !!
ENTAUM... TEM MAIS UMA PEÇA AÍ PRA VCS VEREM ... LENDAS E TRIBOS .. ESTRÉIA DIA 12 E FICA EM CARTAZ 4 SEMANAS NO MESMO TEMPLO - TEATRO DIAS GOMES - SABADÃO ÀS 21H E DOMINGÃO ÀS 20H
VAMOS LÁ Q TÁ O BIXO!
LAMBIS
PERUCA E GALILEGA AMOS VCS...
BJOS

:: Cana 1:42:00 PM [+] :: Comments:

 

:: Segunda-feira, Abril 7 ::

Pois é. Não tem jeito. O Cana Loca pensa, logo muda de idéia.
O aniversário da Lambisgóia foi uma sublime e agradável tarde no Q.G. Canaloquístico real. Tanto que nos levou a várias e belas conclusões. Aqui, enumerala-ei-as:

#1 - O Cana Loca é foda e não tem como desintegrar. Só não funciona sob pressão. A gente toca quando der vontade e pronto. Por enquanto, vai ser assim. Como foi nessa mesma tarde, quando tocamos e improvisamos horas ininterruptas, até nenhuma das três aguentar mais nem ficar de pé de tanta Cana Loca, literalmente. Isso nos leva diretamente à segunda conclusão.

#2 - A cachaça Acauã é a melhor do mundo. Diretamente do interior de Minas para o cérebro, certamente foi o melhor presente que a Lambisgóia ganhou. Nunca havia tomado algo destilado tão fino, também devo te agradecer por ele, Galega, valeu!

#3 - Falando em presente, sei que sou uma frita e esqueci o presente de vocês. Relaxem, eles estão sendo produzidos.

#4 - A cozinha da Lambisgóia é muito complicada pra achar as comidas interessantes rapidamente, quando há um certo desespero em ingerir um pouco de glicose e/ou guloseimas sólidas.

#5 - O estágio mental em que tudo que você tenta falar ou pensar só ecoa risadinhas do tipo hihihi é o melhor.

#6 - Essa galera adora um dark room, HIHIHIHIHIHIHIHIHIHIHIHIHIHIHI.

#7 - Eu adoro a Samadhi em todos os sentidos.

#8 - A Lambisgóia merece ter uma estátua erguida em alguma praça importante, depois que ela usou a camiseta estampada com letras garrafais a palavra honestidade naquela tarde. Ela é fina demais!!! Como consegue?! Ela é tão fina, mas tão fina, que fui eu quem convidei e abri a porta e ofereci cerveja para as pessoas no aniversário dela. Adoro isso, de verdade. Eis a Lambisgóia. Longa vida à figura-personagem.

#9 - O ventilador do estúdio dá um choque tenebroso, se você estiver funcionando de fio-terra entre as cordas do baixo e a cordinha de puxar e fazer funcionar.

O final de semana por inteiro foi divertido. Se eu fosse uma americana boboca, diria que oh my goood, that was soooo much fun! Mas ai meu pâncreas, como eu já profecia.

É. Por enquanto, vou continuar dissertando minhas introspecções irrelevantes por aqui. Se eu fosse uma hippie disconexa, tudo isso se resumiria a uma só palavra: ALRIGHT...

:: Cana 8:44:00 PM [+] :: Comments:

 

:: Terça-feira, Abril 1 ::

Ironicamente, hoje é primeiro de abril. Mas botem fé que é verdade.

:: Cana 6:37:00 PM [+] :: Comments:

 

Abrem-se as cortinas. A iluminação forte e a música aguda prenunciam uma atitude de impacto prestes a surgir da cochia.

Amigos, tomo a liberdade de me pronunciar aqui e agora pra lhes contar de algo que já estava implícito há tempos na nossa banda. Enfim, é o fim. Decidimos que precisamos dar um tempo. Melhor dizendo, a nossa querida batera, Lambisgóia, que precisa desse tempo.
A garota tem seus motivos internos e familiares. Respeito. O que isso tem a ver com a banda, é um mistério. Mas certamente respeito. Porém é sabido que há outros motivos pra esse desligamento. Estes, eu não compreendo, muito menos respeito. É a tal da imaturidade. A progressão musical, que vinha caminhando tão bem, tornou-se uma insuportável regressão. Há meses paradas, sem ensaios, sem shows; mas sempre existia aquela pontinha de esperança de que Victória finalmente abrisse a porta do Q.G. com vontade e já dizendo 'Vamos fazer um som aí...' mas isso nunca aconteceu. Não há nem nunca houve reciprocidade nessa banda. Quando finalmente percebi isso, foi o colapso.
Estou triste, muito triste por isso. Não é o que eu esperava, queria nem imaginava. Mas vivamos o momento.
O que escrevo, agora, é pra vocês duas, queridas. É bom resfrescar a memória.

A Cana Loca me reciclou. Antes de mais nada, foi por ela que a gente se conheceu. Aí, partimos do absoluto ponto zero.
Aprendi a tocar um instrumento totalmente estranho. Logo, também, aprendi que a música é infinita. Quando pensava que tinha chegado a algum lugar e estava tocando bem, outra porta se abria à frente e mostrava toda a sua complexidade. Até agora, juntas, atravessamos por todas elas. É só sentir a sensação de caminhar pelos compassos em perfeita sincronia. É só ver onde chegamos, o som que ecoa das nossas caixas e a expressão de quem está nos ouvindo.
E todos os shows, os lugares e pessoas que absorvemos. E os campeonatos de bong, as loucuras e as inspirações que tivemos. E os ensaios interrompidos por ataques de riso. E as situações, as viagens e segredos que não existem entre nós. E, acima de tudo, as tantas histórias pra contar e a amizade que ficou. Foi eterno enquanto durou.
Senhoritas, foi um prazer dividir o palco e a vida com vocês. Eu as amo. Estou por aqui, sempre.


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Quanto à mim, sigo estudando o contrabaixo e tocando outros projetos musicais. Se tudo der certo, como já está dando, vou estar tocando ao vivo música experimental eletrônica no Cine mad in chaos, junto com o Gui. A vida segue em frente, em todos os sentidos. Como esse blog já não tem mais sentido em existir, logo estarei fundando o meu próprio, pois, como nota-se, eu, Marinalva, aprecio escrever.


:: Cana 3:23:00 PM [+] :: Comments:

 

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